As fotos em preto e branco desta postagem criam uma narrativa forte, em que a ausência de cor direciona o olhar para expressões, texturas e contrastes. O enquadramento próximo e os ângulos sutis tornam as imagens íntimas e vivas, mesmo tratando de um tema ligado à morte. As composições seguem intuitivamente a lei dos terços e sugerem curvas naturais, conduzindo o olhar de modo fluido e harmônico. Há um equilíbrio entre o documental e o poético: a morte aparece como celebração, não como perda. A série tem coesão estética e emocional, unindo rigor técnico e sensibilidade.
Dia dos Mortos
Jardins do Museu da República - RJ
Palácio do Catete






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